terça-feira, 30 de setembro de 2014

Did you feel LOVE today?

Love is the highest dimension of you.
Love is the only thing that cures. Where love exists there´s no room for pain and suffer.
Love YOURSELF. Love the world and Love others. 
Set them free with Love.
Step aside if you don´t like to be where you are or with who you are. Be elsewhere you can connect with Love.
So, leave if you have to, but you can leave filling that space and that person with Love.
Love is the power in you.
Love doesn’t ask you to stay, Love is motion because Love is liberation.
Love is no fight. But Love can be acceptance of confrontation.
Love is in YOU, everywhere in your body.
Your heart pumps love in every cell, every tissue, every organ!
You are biological LOVE. Love is what you are made of.
Breath Love in a breeze of wind, feel Love in a singing bird.
Contemplate life. Switch on your appreciation mode and you’ll be able to see the beauty and Love of whole existence.
Love is simple. It lies in simple things.
Be aware. Love is everywhere!
Feel Love. Spread Love! You will change and the world will be a better place to look to and to look for!


YOU ARE LOVE!

sábado, 27 de setembro de 2014

Meditação em curso!

Livre
das amarras do mundo,
da densa teia da matéria,
vagueio no meu ser
por recondidos espaços que desconheço!

Perco-me, desapareço.
É o não palpável nada que me compõe...

Mergulho noutra dimensão,
naufraga da imensidão em que submerjo!

Livre,
sem peso nem apego,
sem minas nem âncoras...

Apenas EU,
o horizonte e
ilimitado destino.

Voo
sem nada,
livre e solta...

...Volto
de pés na terra
mas sempre o espírito em LIBERDADE...



Enjoy the journey!

Don´t think. Stop your thoughts.
Block those which don´t help you, those ones which cause you distress and anxiety.
Live your life slowly, day by day. 
Taste a sample every day! Taste life as you eat an icecream: Feel the flavour and how yammy it is.
No hurry! No worries!
Receive all life gives you. Receive ang give back. The Universe will provide you with the whole.
There's everything here for you.
You just have to TRUST and BELIEVE.
Now relax. Get out of the dark and heavy dimension.
Plant better thoughts and pick better feelings. Plant a feel good sensation in your deepest you.
There's no rush. LIVE!


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Like a Shuttle

Laid down in my dancing hammock, I realised that life is like a shuttle. It comes and goes and it´s pure kinetic energy.
Sometimes it takes things from you, other times (many other times) it gives you infinite opportunities.
In a continuous movement life embraces you and allows you to continuously take off...

O que escolho ver!

Da janela de onde vejo o mundo, há lugar para toda a gente.
Tudo se encaixa em perfeita harmonia e liberdade é tudo o que se sente.

domingo, 21 de setembro de 2014

A Trama do Fim

A primeira linha não é o brotar do começo,
Nem o crepitar do reinicio,
é já a inauguração do fim
e a cada ciclo um armistício,
nova trégua de mim…

Em jeito de preâmbulo
Desenrolo uma nova história,
Estreio outra primeira memória
E num sem fim de mais qualquer coisa,
A minha alma vive e repoisa…

Batalhas e tramas que nascem ao acaso,
Na existência que assim passa
E imprimem sem condição nem prazo
Uma existência sempre lassa

E a cada página de vida virada
Um epílogo, um conto de fada,
Onde os pós de perlimpimpim

Ditam um desfecho mas jamais o fim!

Maura

sábado, 20 de setembro de 2014

O mundo é um Arco-Íris :-)

Não me importo nada se pensas verde ou azul. Aliás, isso não me interessa nada.
O que me importa é se esse verde ou azul me faz bem, se eu consigo viver nessa tonalidade.
 Porque hei de eu querer que penses a amarelo ou laranja, como eu?!
Mas não queiras  que pense em verde ou azul como tu. 
Eu sou amarelo. Ou laranja, tanto faz!
Mas não sou azul e não gosto de verde!
É assim, não há nada a fazer!
Ah e tal mas o azul mistura-se com o amarelo e dá verde… Sim, mas a questão é que eu não quero mudar de cor! Gosto de amarelo.
Fazemos assim: tu és verde ou azul, o que quiseres; eu sou amarelo ou laranja, como preferir, e cada um dá cor ao mundo à sua maneira J
UM AZUL NUNCA SERÁ UM AMARELO.
NÃO MUDES DE COR SÓ PARA FICAR BEM NA TELA!

O MUNDO É UM ARCO-ÍRIS  <3

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A disfunção do "erro"

Há uma diferença subtil entre os erros arrependidos e erros sentidos.
Aquilo que hoje percebo é que existem 3 maneiras diferentes de viver os erros:
1)      Nunca ver neles um erro;
2)      Vê-los como erros e existir arrependimento de os ter cometido e
3)      Reconhecer os erros mas não sentir arrependimento por os ter cometido e não os sentir como “errados”.
Hoje percebo que cada pessoa tem a uma maneira própria de lidar com os seus erros, dentro desta escala de padrões.
Hoje percebo que a evolução se dá na medida como os encaramos.
As conclusões a que cheguei não têm tanto a ver com as pessoas do padrão 1 - porque a única evolução delas só se dará quando pelo menos conseguirem assumir os seus “erros”-, mas levam-me sobretudo longe quanto ao padrão de tipo 2 e 3.
Enquanto o comportamento de tipo 2 admite os seus erros, extrai lições mas preferiria nunca os ter cometido, as pessoas com comportamento do tipo 3, admitem os seus erros, extraem conclusões mas – e este mas verdadeiramente as distingue – não os vêm como “erros”, na pura acepção da palavra.
Neste tipo, “erros” são tidos como imprevisibilidades de percurso, logo o “erro” não tem a carga dramática de evitabilidade com que commumente é conotado.
Neste caso do tipo 3, o erro passa a usar aspas porque, na sua definição, erro é uma incorrecção, uma inexactidão, um engano… Então, para estas pessoas do tipo 3, o “erro” veste sempre  aspas, porque nada do que se faz está totalmente incorrecto ou inexacto.  Assim o uso da palavra erro, sem mais, não faz jus ao sentimento de aproveitamento que, haja o que houver, se quer dar ao suposto “engano” praticado.
Apesar de ter “errado” muito, não consigo ver nenhuma das minhas opções como mais do que isso. Foram para mim apenas opções. Caminhos que escolhi. Que, podendo não ir dar ao mesmo destino, invariavelmente, foram dar a um qualquer destino, onde eu precisava chegar!
Nenhum deles eu mudava ou transformava. Voltava a cometê-los a todos outra vez só para ter o prazer de aprender o que aprendi e de chegar a este ponto onde estou agora.
Esta subtil diferença dita pessoas que vivem com pequenas ou razoáveis doses de culpa. Se é que faz sentido esta palavra existir de facto!!! Mas isto são outros quinhentos…
Continuando: Isto dita, quanto a mim, pessoas que vivem apenas com a simplicidade de aceitar o que foi (e não o que era ou podia ser), sem culpas, nem reservas, sem se’s, nem falsas questões.
Aceitam porque foi! Aceitam porque tinha de ser!
Aceitam porque não há certo nem errado. Aceitam porque a cada momento fizeram (e fazem) aquilo que o seu nível de consciência lhes permitiu fazer em determinadas circunstâncias e com o nível de conhecimento que dispunham.
Aceitam porque sabem que voltarão a “errar”, porque vivem no que é e não no que devia ser, porque não há situações ideais nem perfeitas. Há circunstâncias e decisões tomadas por humanos.
Há pessoas que aprendem e há pessoas que – mais do que isso – evoluem e são felizes.
É uma subtil diferença mas para mim faz toda!



Este texto foi escrito em desacordo com o vigente acordo ortográfico.

domingo, 14 de setembro de 2014

Um espírito só reina num corpo que não se prende e numa mente que não se aprisiona.

Tempo de Ilusão

O tempo passa,
Sei que ele passa
porque vejo os dias passar.
Quantos não sei
porque jamais os soube contar.

Sou hoje o que sempre fui
e o tempo parece
não me assustar,
como se todos os dias
acrescentasse mais um dia
à conta que é afinal de tirar.

É certo que o tempo passa,
vejo o relógios a girar.
Mas, acima disso o que importa,
é andar eu a pairar!

Acho-me sempre a tempo,
de a tempo nalgum lugar estar.

Maura

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Personagem a 2D- Dualidade!

Sou uma perseguidora espiritual. Vivo a perseguir novas formas de entendimento da vida numa dimensão espiritual.
Descobri que a vida se desenrola atrás do palco, numa espécie de bastidores, para lá da dimensão física de tudo o que tem forma.
O que digo não é que não haja palco. Há palco e é nele que se desenrola a peça. O que vos digo é que os ensaios não são debaixo dos holofotes!
Nos bastidores acontece o essencial: Olhamos para a nossa personagem, tornamos-nos conscientes do nosso papel, do nosso discurso, das nossas acções, detectamos as falhas, ensaiamo-las, transformamo-las, aprimoramo-las.
Tal como na peça, é essencial que no palco da vida, hajam bastidores.
É essencial que em paralelo à nossa materialidade, onde a vida toma forma, exista em nós um “bastidor”- uma dimensão espiritual" -, onde devemos recolher para perceber que papel estamos a desempenhar e se esse papel nos serve enquanto actores desta vida!
Esse “bastidor” não se vê, mas existe e está sempre lá para ti. O teu “bastidor” já tem escrito todas as deixas que farão de ti um bom actor: chama-se alma!

Não a percas de vista e estarás sempre no teu papel!



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tu és o teu mais importante compromisso!

Ser feliz é viver com vontade de viver. Viver de bem connosco e viver bem com o mundo.
A felicidade só tem um caminho: o caminho que parte de nós próprios. Aquele que fazemos a amarmo-nos a nós mesmos, com o nosso brilho e o nosso lado lunar. 
Ser feliz implica um compromisso. O compromisso de, haja o que houver, doa a quem doer, nos mantermos fiéis a nós mesmos. 
Para gerarmos felicidade temos que respeitar aquilo que somos e sermos plenamente e por convicção as nossas diferenças. Custe a quem custar.
Ser feliz implica saber o que queres. Só assim saberás o que não podes, em nenhuma circunstância, deixar fugir.
Só assim saberás o que deixar ir!
Sim, ser feliz significa abrir mão - não de ti - dos outros, de tudo o que não nos faz estar de bem connosco e com o que queremos da vida.
Ser feliz é um tarefa de gestão. Implica desapego e muita determinação...
Pode não ser fácil mas vale muito a pena...
Boa noite!