Há nas entrelinhas do teu ser
Condições que não te cabe manter
Há na subtileza da voz
Qualquer coisa que não se esgota entre nós
Porque nos actos que não pratico
E nas palavras que não digo
Estou no meu túmulo
Ou no teu altar sagrado!
Não quero saber se há verdade,
Existes sem duvidar,
Aguardo-te a qualquer momento
Porque entreguei-me lá em cima
E rendi-me ao teu achamento!
Nasci de novo quando apareceste de mim.
Maura Fonseca
25.03.15
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