Se
há dias e horas,
E momentos
de glória,
Palcos
e holofotes radiosos,
Há
noites e momentos,
De
luares perdidos,
Esquecidos,
No
escuro e inebriante negro do céu!
Se
há dias felizes,
Há
noites de silêncio mudo,
No
fluxo distante dessa torrente…
Com
o nascer do sol,
Despede-te
das estrelas
E não
saberás se voltas a vê-las…
Mesmo
que tenham hora marcada,
Não
há astrolábio na maré navegada!
Do
dia para a noite…
Tudo
se segue sucessivamente.
Ilumina-te
o SOL ou a LUA
De
onde vem a luz nada importará…
Que
se faça a travessia.
O
canto em ti restará:
“Que
linda falua…”
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