sábado, 27 de outubro de 2018

COISAS DA(s) VIDA(s)


Já me vi de todos os ângulos e perspectivas.
Já estive perto da loucura e longe da solidão.
A vida já me atirou com quase tudo.
Não há réstia de espanto, nem ponta de medo.
Sucumbiram mas eu não!
Como as pedras na erosão,
No fim já não restam ilusões
Fica o que fica,
Tudo a ser o que é!
Em várias dimensões.

Os sonhos esses passam a ter braços e pernas e coração e olhos,
Que, como pranchas, me catapultam nesta existência.
Sou, vidro frágil, gasto, delapidado
E diamante, duro, puro brilho lapidado
E o que o amor sublimou, foi isso que em mim ficou.
Já fui tudo e de várias formas
Agora sou uma projecção apenas, do mundo que me olha.

O que não me define apenas aparece ao que me vê.

Namastê ❤

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